
O que será que a mulher esconde do homem? Gosta ou odeia dividir a conta do restaurante? No início do relacionamento finge ser quem não é, gostar do que não gosta mais? Durante o sexo disfarça a falta de intenso prazer em algum momento para favorecer seu parceiro? O sexo feminino se sente livre para expressar tudo o que pensa realmente?
Esses questionamentos deverão ser respondidos por pessoas de diferentes perfis aqui neste blog que darão suas devidas contribuições! Esse espaço foi criado para que haja uma troca de curiosidades sobre o universo feminino.
Muito se é explorado sobre o que os homens pensam e fazem, agora é a vez feminina. Feminismo à parte, vamos abordar qual o sentimento que prevalece na hora H, em todos os sentidos, não somente sexual.
O principal foco aqui é fazer um contraponto, de forma divertida, à crônica "As mentiras que os homens contam", do escritor Luís Fernando Veríssimo, o qual sou fã. Foi a partir deste livro que surgiu a idéia de se tratar de "As verdades que as mulheres escondem". Uma delas abordada na edição especial da Veja (Mulher, agosto 2002) apontou que as mulheres escondiam, mas detestavam pagar despesas.
Embora essa "descoberta" tenha sido há seis anos, é muito e cada vez mais atual, principalmente quando se aumenta o campo de atuação da mulher - familiar, profissional, afetivo, dentre outros. Claro que há quem veja contradição nesse contexto, uma vez que a mulher lutou para conquistar seu espaço e ter uma condição mais igualitária com o homem, mas não é bem isso que acontece.
Dados de consultorias de recursos humanos (também de 2002), apontam que as mulheres costumam ganhar 20% a menos que os homens mesmo ocupando cargos iguais. Só por aqui podemos ter uma análise breve de que o universo masculino precisa continuar "bancando" a situação.
Entretanto, pagar a conta é apenas uma das ações que levam tanto homens quanto mulheres a alguns conflitos. No sexo, há algum momento em que as mulheres escondem seu pensamento? E durante o trabalho, com os colegas (digo homens)? Como cada uma de nós lida com essas questões? A mulher encontrou seu lugar realmente? Ela é vista hoje, em sua essência, integridade?
O psicanalista Jorge Forbes em um debate no Café Filosófico da CPFL Cultural de Campinas, citando algumas frases de cientistas e filósofos faz uma correlação da cultura ancestral com a atual que reforça os empecilhos para se desvendar o universo feminino. As frases: "As mulheres, os escravos e os estrangeiros não são cidadãos", frase de filósofo Péricles (450 A.C), "Os melhores adornos de uma mulher são: o silêncio e a modéstia", de Eurípedes.
Conforme ele diz, essas frases de homens da ciência que respeitamos, lemos, mostra que a mulher não tem um lugar que seja capturado, que o segredo é que haja um lugar para ela fora da civilização.
"Isso é um tipo de desaforo no sentido literal, como a mulher fora do lugar, da dificuldade dos homens e das mulheres capturarem a própria mulher, através da dor, insultos... É uma dificuldade histórica do homem e da mulher da captura do que é ser mulher, porque ela fica fora da civilização", explana.
Essa é apenas uma das respostas para refletir sobre o assunto. Nos próximos posts será continuado o debate, porém, com outros pontos de vista. Também de uma profissional de Psicologia ou áreas afins, além das próprias colaboradoras... Até o próximo!
Esses questionamentos deverão ser respondidos por pessoas de diferentes perfis aqui neste blog que darão suas devidas contribuições! Esse espaço foi criado para que haja uma troca de curiosidades sobre o universo feminino.
Muito se é explorado sobre o que os homens pensam e fazem, agora é a vez feminina. Feminismo à parte, vamos abordar qual o sentimento que prevalece na hora H, em todos os sentidos, não somente sexual.
O principal foco aqui é fazer um contraponto, de forma divertida, à crônica "As mentiras que os homens contam", do escritor Luís Fernando Veríssimo, o qual sou fã. Foi a partir deste livro que surgiu a idéia de se tratar de "As verdades que as mulheres escondem". Uma delas abordada na edição especial da Veja (Mulher, agosto 2002) apontou que as mulheres escondiam, mas detestavam pagar despesas.
Embora essa "descoberta" tenha sido há seis anos, é muito e cada vez mais atual, principalmente quando se aumenta o campo de atuação da mulher - familiar, profissional, afetivo, dentre outros. Claro que há quem veja contradição nesse contexto, uma vez que a mulher lutou para conquistar seu espaço e ter uma condição mais igualitária com o homem, mas não é bem isso que acontece.
Dados de consultorias de recursos humanos (também de 2002), apontam que as mulheres costumam ganhar 20% a menos que os homens mesmo ocupando cargos iguais. Só por aqui podemos ter uma análise breve de que o universo masculino precisa continuar "bancando" a situação.
Entretanto, pagar a conta é apenas uma das ações que levam tanto homens quanto mulheres a alguns conflitos. No sexo, há algum momento em que as mulheres escondem seu pensamento? E durante o trabalho, com os colegas (digo homens)? Como cada uma de nós lida com essas questões? A mulher encontrou seu lugar realmente? Ela é vista hoje, em sua essência, integridade?
O psicanalista Jorge Forbes em um debate no Café Filosófico da CPFL Cultural de Campinas, citando algumas frases de cientistas e filósofos faz uma correlação da cultura ancestral com a atual que reforça os empecilhos para se desvendar o universo feminino. As frases: "As mulheres, os escravos e os estrangeiros não são cidadãos", frase de filósofo Péricles (450 A.C), "Os melhores adornos de uma mulher são: o silêncio e a modéstia", de Eurípedes.
Conforme ele diz, essas frases de homens da ciência que respeitamos, lemos, mostra que a mulher não tem um lugar que seja capturado, que o segredo é que haja um lugar para ela fora da civilização.
"Isso é um tipo de desaforo no sentido literal, como a mulher fora do lugar, da dificuldade dos homens e das mulheres capturarem a própria mulher, através da dor, insultos... É uma dificuldade histórica do homem e da mulher da captura do que é ser mulher, porque ela fica fora da civilização", explana.
Essa é apenas uma das respostas para refletir sobre o assunto. Nos próximos posts será continuado o debate, porém, com outros pontos de vista. Também de uma profissional de Psicologia ou áreas afins, além das próprias colaboradoras... Até o próximo!